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Janeiro de 2014

A emoção de visitar a TERRA SANTA

A professora aposentada Gilda Lins, uma católica fervorosa, visitou a cidade sagrada de Jerusalém, onde Jesus nasceu, acompanhada de peregrinos de diversas partes do Brasil e do mundo e vivenciou uma emoção única: conheceu de perto e passou por alguns dos lugares mais importantes na terra onde Jesus viveu.

Jerusalém

 

A cidade sagrada de Jerusalém possui cerca de 3.000 anos de história e é o principal centro espiritual de três religiões: Judaísmo, Islamismo e Cristianismo. Possui inúmeros pontos históricos e vários santuários. A cidade recebe peregrinos de todo o mundo. A passense Gilda Lins foi uma dessas peregrinas que visitou a Terra Santa e permaneceu por lá durante 12 dias.

“Há muitos anos tinha vontade de visitar Jerusalém. Foi uma viagem maravilhosa, emocionante, a gente sai transformada espiritualmente, ao ver as belezas, os milagres que foram feitos lá”, afirma. Gilda destaca a alegria por ter conseguido concretizar a viagem e alguns dos momentos de maior emoção durante a peregrinação, como a passagem pelo Mar da Galileia, um extenso lago de água doce que fica na fronteira entre Israel, Jordânia e a Cisjordânia, onde ocorreu grande parte do ministério de Jesus Cristo, e a Igreja da Natividade, uma das Igrejas mais antigas ainda em uso no mundo. O passeio ainda incluiu a visita aos locais por onde Jesus passou, como Cesaréia, Tiberíades, Mar Morto e Rio Jordão, onde Jesus foi batizado.

 

Gilda ao lado de uma turista durante a Via Sacra e Via Dolorosa.
Gilda ao lado de uma turista durante a Via Sacra e Via Dolorosa.

De acordo com Gilda, o ponto alto da viagem foi a renovação do batismo de cada um dos peregrinos durante a passagem pelo Rio Jordão, feita pelos Padres Clóvis, que é Pároco na Igreja de Nossa Senhora da Penha e coordenou o grupo que foi de Passos, e João Ademir, que esteve no Educandário Senhor Bom Jesus dos Passos durante 4 anos e atualmente está em Curitiba.

Alguns dos detalhes que chamaram a atenção de Gilda em Jerusalém foram a riqueza do lugar e a tecnologia, segundo ela, extremamente avançada. “Em Israel eles gostam de comida seca, tivemos que comer a banana depois de seca, já que é um hábito deles. Também estivemos no Muro das Lamentações, que é um lugar onde as pessoas choram muito, e você não sabe se são católicos ou mulçumanos, enfim, tudo ali tem um pedaço de Jesus”, ressalta. Do Brasil havia pessoas de Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná.

Ao lado dos padres João Ademir e Clóvis acompanhados de um turista durante missa no Mar da Galileia.
Ao lado dos padres João Ademir e Clóvis acompanhados de um turista durante missa no Mar da Galileia.

“Foi um grande privilégio e é impressionante essa energia que existe há mais de dois mil anos e vai continuar existindo por toda a eternidade. À medida que vamos aprofundando o conhecimento, há um amadurecimento na Fé. Nós presenciamos várias belezas, os lugares onde Jesus passou, onde Ele viveu, os milagres que Ele fez. Foi uma viagem muito marcante, não só para mim como para todos os colegas que estavam na viagem”, afirma Gilda.

O roteiro religioso incluiu ainda uma passagem de três dias pela Itália, onde o grupo visitou as cidades de Assis, no mosteiro de São Francisco de Assis; Cássia, onde viveu Santa Rita e a capital Roma, quando assistiram à Oração Mariana do Ângelus, celebrada pelo Papa Francisco na Praça de São Pedro.

Gilda fazendo a leitura na Igreja da Natividade.
Gilda fazendo a leitura na Igreja da Natividade.

A viagem precisa ser bem programada, pois é desgastante, extensa, exige muita disposição e preparo físico, além de muita e fé e devoção, claro”, finaliza Gilda.

Renato Rodrigues Delfraro

A importância histórica de Jerusalém

É a capital declarada (mas não reconhecida pela comunidade internacional) de Israel e sua maior cidade tanto em população quanto em área, com 732.100 residentes em uma área de 125,1 km² ou 49 milhas quadradas (incluindo a área disputada de Jerusalém Oriental). Localizada nas Montanhas da Judéia, entre o Mar Mediterrâneo  e o norte do Mar Morto, a Jerusalém moderna tem crescido aos arredores da cidade antiga.

A cidade tem uma história que data do IV milênio a.C., tornando-a uma das mais antigas do mundo. Jerusalém é a cidade santa dos judeus, cristãos e muçulmanos, e o centro espiritual desde o século X a.C. contém um número significativo de lugares antigos cristãos, e é considerada a terceira cidade santa no Islã. Apesar de possuir uma área de apenas 0,9 quilômetros quadrados (0,35 milhas quadradas), a cidade antiga hospeda os principais pontos religiosos, entre eles a Esplanada das Mesquitas, o Muro das Lamentações, o Santo Sepulcro, a Cúpula da Rocha e a Mesquita de Al-Aqsa. A cidade antigamente murada, um patrimônio mundial, tem sido tradicionalmente dividida em quatro quarteirões, ainda que os nomes usados hoje (os bairros armênio, cristão, judeu e o muçulmano) tenham sido introduzidos por volta do século XIX. A Cidade Velha foi indicada para inclusão na lista do patrimônio mundial em perigo pela Jordânia em 1982. No curso da história, Jerusalém foi destruída duas vezes, sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, e capturada e recapturada 44 vezes.

Primeiro dia de passeio - Terra Santa - Rio Jordão.
Primeiro dia de passeio - Terra Santa - Rio Jordão.
Na subida para o Monte das Oliveiras. Em um dos passeios.

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