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Abril de 2016

Tailândia e Camboja em 40 dias

Com um roteiro alternativo, de muita intensidade, advogado passense passou 40 dias na Tailândia e no Camboja, dois singulares países orientais que ainda preservam sua cultura da invasão ocidental.

Vista panorâmica das ilhas Phi Phi.
Vista panorâmica das ilhas Phi Phi.

 

 

 

Grande Palácio, em Bangkok, e suas construções esplendorosas.
Grande Palácio, em Bangkok, e suas construções esplendorosas.

A Tailândia e o Camboja são dois atraentes países do extremo oriente formados no sudeste asiático e cercados por outras nações não menos interessantes do ponto de vista cultural e natural. Ambos fazem parte do grupo de 14 países arrasados pelo tsunami de 26 de dezembro de 2004. Embora algumas marcas da catástrofe permaneçam nas regiões litorâneas, tudo já parece superado.

Banhados pelo Oceano Índico, de clima tropical, com praias paradisíacas, centenários templos budistas e uma culinária original bastante elogiada, a Tailândia e o Camboja foram os destinos de viagem de um advogado passense, que voltou com a missão cumprida: conhecer duas culturas orientais tão distintas da ocidental. 

 
Leder Vianney Batista e monges budistas- Contraste cultural ocidente x oriente.
Leder Vianney Batista e monges budistas- Contraste cultural ocidente x oriente.

“Imagine um lugar de cultura milenar, com construções e arquitetura únicas por sua beleza, praiasparadisíacas e natureza exuberante, vida intensa, esportes radicais e porque não, festa, muita festa”, conta Leder Vianney Batista, experiente em passeios internacionais.

 
Leder no templo Montanha de Bayon: “Uma das construções sagradas mais sugestivas do mundo”.
Leder no templo Montanha de Bayon: “Uma das construções sagradas mais sugestivas do mundo”.

Viajar para a Tailândia e Camboja era um antigo desejo do advogado, que desde pequeno se encantava com a história dos países do sudeste asiático contada em livros, filmes e documentários, especialmente as guerras do Vietnam e do Camboja, além da cultura, considerada exótica pelo ocidente. “Foi um desafio ao meu estilo de vida. Eu quis fazer essa trip pela Ásia, para sair da minha zona de conforto em viagens de roteiro convencional, como América do Norte e Europa”, explica o advogado. 

O período mais indicado para o turismo na Tailândia e Camboja é de outubro a maio, melhor ainda se for entre novembro e fevereiro, quando chove menos e as temperaturas não são tão altas. Leder viajou entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro deste ano. Sua hospedagem foi num apartamento alugado de uma tailandesa que mora em Berlim, mas que em razão de suas viagens a trabalho aluga o imóvel para turistas.
 
 
Chinatown – Painéis coloridos, profusão de lojas,  camelôs, feiras e barracas de comida de rua e um  trânsito caótico são atrativos da Chinatown de  Bangkok, uma das principais do mundo.
Chinatown – Painéis coloridos, profusão de lojas, camelôs, feiras e barracas de comida de rua e um trânsito caótico são atrativos da Chinatown de Bangkok, uma das principais do mundo.

TAILÂNDIA
 

Morar temporariamente num apartamento particular como um nativo local e o roteiro flexível permitiram a Leder passar os dias em Bangkok e percorrer o interior com mais liberdade, podendo improvisar e mudar a rota, caso fosse necessário. “Em Bangkok, eu tive uma overdose de templos, sem deixar de apreciar o lado cosmopolita e moderno da cidade”, disse. 
Ainda na capital, Leder pode provar uma ampla variedade de comida local, com muito tempero, como o curry e muita pimenta. Peixes, frutos do mar, frutas em abundância, arroz e frango estão no cardápio tradicional tailandês. 
 
 
Templos de Bangkok - Arquitetura dos templos,  em Bangkok, absurdamente rica em detalhes.
Templos de Bangkok - Arquitetura dos templos, em Bangkok, absurdamente rica em detalhes.

Em relação à comida de rua e água, encontra-se de tudo. Uma profusão de cores e sabores do oriente. Mas recomenda-se atenção com a higiene. Na dúvida, é melhor nem experimentar. Água, só a mineral e com a garrafa aberta por você mesmo, inclusive nos restaurantes. 

 
Em cidades do interior da Tailândia, como Chiang Mai, ao norte, o visitante tem a oportunidade de aprofundar-se na cultura de raiz, conhecer e vivenciar aspectos culturais nunca antes vistos. 
“No sul da Tailândia e norte da Malásia, as paradisíacas ilhas e praias são de tirar o fôlego: Maya Bay,  Koh Lipe, Kho Tao, Koh Phi Phi, Railay Beach e muitas outras.  Esportes radicais, festas diurnas e noturnas são bem característicos  dessa  região”, informa Leder. 
 
 
Wat Phra Kaew – antiga capela real situada ao lado do Grande Palácio; em seu interior o templo do Buda de Esmeralda, o mais sagrado do país.
Wat Phra Kaew – antiga capela real situada ao lado do Grande Palácio; em seu interior o templo do Buda de Esmeralda, o mais sagrado do país.

 

 
CAMBOJA
 
O Camboja é uma das nações mais pobres da Ásia, em termos econômicos. A principal atividade produtiva do país é a agricultura, mas o turismo com seus templos budistas e as praias de visual deslumbrante vêm incrementando a economia cambojana, como atestam os modernos hotéis e resorts construídos nos últimos anos, principalmente para atender os visitantes do parque arqueológico de Angkor, capital do extinto Império Khmer – que durou até o século XV.
 
Esse parque preserva um conjunto de construções como Angkor Wat, Angkor Thom, Ta Prohm e outros templos no meio da selva, da época do Império. Situa-se a cerca de 400 quilômetros da capital Phnom Penh (pronuncia-se Nón Pén), perto da cidade de Siem Reap. 
 
A convivência com os povos tailandês e cambojano nos 40 dias de viagem representou muito mais que diversão e cultura para o advogado passense. “É uma libertação mental. Com essa viagem, tive a oportunidade de vivenciar in loco as diferenças culturais entre os dois extremos do planeta. Vás e verás porque o mundo é mesmo dividido entre ocidente e oriente”, recomenda. 
 
Enio Modesto
Tailândia e Camboja em 40 dias

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