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Setembro de 2017

Um tour pela Escandinávia e outros países europeus

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Um grupo de amigos apaixonados por viagens internacionais fizeram um cruzeiro por alguns países localizados no norte europeu, na região conhecida como ESCANDINÁVIA. Dinamarca, Finlândia e Suécia foram alguns dos países visitados, num roteiro que ainda incluiu Bélgica, Estônia, Holanda e Rússia. 
 
 
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Alba, Larissa e Tânia num passeio pelo Rio Copenhague.
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Silvia Macedo - Igreja do Sangue Derramado de Jesus, em San Petersburgo.


O grupo de amigos que embarcou no cruzeiro é composto por 15 pessoas, e desde 2015 estão fazendo viagens juntos. O roteiro teve início na Holanda, onde o grupo desembarcou na capital Amsterdã, e aproveitaram para visitar alguns países próximos, como Bélgica e outros. Eles pegaram temperaturas na faixa dos 7ºC. Duas passenses, representando o grupo, nos concederam esta entrevista.

A professora e assistente social Silvia Mara Lemos Macedo, afirma que a capital holandesa é uma cidade encantadora, e que valeu a pena voltar mais uma vez para desfrutar de tantas belezas, “como as igrejas, museus, o bar do gelo, a fábrica da Heineken, a exposição de Tulipas. É tudo muito lindo, de uma beleza ímpar.”

Larissa Lima no Bar de Gelo.
Larissa Lima no Bar de Gelo.

 

 
 
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Clarinda, Maria José e Silvia na Sinfonia de Tallin, na Estônia.

 

 
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Larissa, Alba, Wanda, Zezé, Tania e Costa Lima.

 

 

Da Holanda, o grupo seguiu viagem para a Dinamarca, onde estiveram na cidade de Skagem. Depois seguiram para a Estônia, na capital Tallinn, uma cidade encantadora, antes de desembarcarem na Rússia.  Em cada país, o grupo teve o dia para percorrer os principais pontos turísticos usando o famoso e prático ônibus Hop-On - Hop-Off,  onde se ouve um pouco da história local. “Ele desce onde você quer visitar, e retornamos ao ônibus no final do trajeto. É uma pincelada turística”, explica Silvia.
 
Na Rússia, permaneceram dois dias em San Petersburgo. Silvia Macedo diz que ficou impressionada com as construções antigas, como igrejas, museus, praças, além da cultura, educação, limpeza, e a tranquilidade que existe em cada um destes países: “Os russos estão se abrindo para o turismo, sabendo que em 2018 receberão grande número de turistas, por causa da Copa do Mundo, mas o sistema é muito severo, com policiamento acirrado, e a língua que eles dominam, mas o meu desejo de conhecer a Rússia também era grande e não me decepcionei. Dá para destacar os museus, em especial o Hermitage, que é um dos maiores do mundo. Temos que destinar pelo menos três dias para visitar as obras maravilhosas que existem lá, como o Palácio de Inverno.”
 
Ainda sobre a Rússia, a orientadora educacional aposentada Alba Lemos de Lima, afirma que foi um dos melhores roteiros que já fez, e destaca os pontos turísticos que mais lhe encantou. “O Museu Hermitage, o Palácio de Inverno, dos Imperadores Russos em San Petersburgo. É deslumbrante, suntuoso, ainda mais que, não fazia muito tempo, eu tinha lido o livro Palácio de Inverno que gostei muito, despertando a vontade de estar no mesmo lugar onde se passou uma história linda, romântica, sofrida”, salienta.
 
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Clarinda e Larissa em frente ao maior museu da Rússia, o Hermitage.

 


Na Rússia, o grupo também passou pela Igreja do Sangue Derramado de Jesus, e experimentaram o prato típico do país, que é o Strogonoff. “Só que o Strogonoff deles é totalmente diferente do nosso, é um cone que vem com carne picadinha. Foram apenas dois dias, mas valeu muito a pena”, destaca Silvia Macedo.
 
Da Rússia, o cruzeiro partiu rumo à Finlândia, onde conheceram a capital Helsinki, e fizeram o trajeto de ônibus pelos principais pontos turísticos da cidade. Para a surpresa dos turistas, o frio não estava tão intenso quanto imaginavam. O grupo ainda passou por Estolcomo, na Suécia, retornaram à Dinamarca, passando dessa vez pela capital Copenhague, finalizando o tour pelos países escandinavos, e encerraram o cruzeiro na Holanda. 
 
“Fazer um cruzeiro nos dá tranquilidade e não cansa muito, você desce onde pretende conhecer, sem o trabalho de fazer e carregar malas, mas o inconveniente é que você não fica muitos dias num mesmo lugar, daí você conhece numa pincelada os pontos principais, mas para mim hoje, é a melhor forma de viajar”, observa Silvia. 
 

IMAGEM DO BRASIL NA EUROPA
 
Silvia em Amsterda.
Silvia em Amsterdã.

 

 

“Quando se fala em Brasil as pessoas ainda associam muito ao futebol e ao carnaval. Hoje o brasileiro mais conhecido e falado na Europa é o jogador Neymar”, salienta Silvia. 
 
Segundo Alba Lemos Lima, que já visitou diversos países, o Brasil também têm lugares maravilhosos, mas infelizmente, a falta de segurança e infraestrutura são empecilhos para que o país explore melhor o seu potencial turístico.
 
 “Nosso país é de uma beleza natural incomparável, no entanto, a violência, a falta de segurança e o perigo nas estradas, nos obriga a procurar outros rumos. Sei que alguns até poderão dizer: é, vocês tem condições. Mas, com planejamento, pesquisas, comparando, hoje as viagens estão ao alcance de muitos, com facilidades de pagamentos e, muitas vezes, com preços que se comparam a alguns lugares do Brasil. Basta procurar uma boa agência de turismo, como é o caso da Pátria Viagens, que sempre nos ajudou, para realizar “a viagem de seus sonhos”. O Brasil, com tudo isso, está perdendo muito”, observa.
 
Alba ainda cita o exemplo do Canadá, onde o turismo é trabalhado de forma mais rentável do que no Brasil. “Vou usar como parâmetro o Canadá, onde tenho uma filha morando, para explicar. Enquanto o Canadá, até julho, recebeu mais de 11.600.000 turistas, o Brasil recebeu pouco mais de 6.000.000. Veja como estamos perdendo”, finaliza. 
 
Renato Rodrigues Delfraro
Hermitage.
Hermitage.

 


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Alba, Larissa e Tânia num passeio pelo Rio Copenhague

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