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Maio de 2018

13 anos

Nesta edição estamos completando 13 anos de informações esportivas, uma menina na fase de adolescência, alguns pais dirão, pré adolescência, as filhas, "quase adultas". Vamos aproveitar a ocasião para falar sobre a atividade física adequada nesta fase.

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Sabemos que a prática de atividade física traz consigo inúmeros benefícios.Além da saúde e qualidade de vida, ela acarreta efeitos positivos para a saúde mental e emocional, principalmente nesta fase, pois é marcada por intensas transformações biológicas e psicossociais, envolvendo o crescimento e o desenvolvimento motor.
 
A insatisfação com o peso corporal é uma problemática constante nesta fase, um trabalho brasileiro mostrou que 82% dos jovens eram insatisfeitos com seu peso corporal, de acordo com as médicas pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dra. Andréa Polyastro Pinheiro e Dra. Elsa Regina Justo Giugliani, em 2006.
A jovem tem, no esporte, a oportunidade de socializar e aprender a trabalhar em grupo, de experimentar sensações como a frustação da derrota e a euforia das vitórias. Na adolescência se entra com corpo infantil e sai com corpo adulto, com isto, vem a dificuldade de definir qual é o momento exato para saber qual atividade física pode ser realizada com as mesmas condições dos adultos. Ter um corpo “sarado” na busca de resultados imediatos, pode trazer repercussões negativas ao seu corpo. De modo geral, as meninas estão prontas a realizar exercícios de fortalecimento muscular após o início dos ciclos menstruais.
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a realização de atividade física diariamente por 1 hora, incluindo as aulas de educação física escolar, no mínimo 3 vezes por semana.
 
Quanto à educação física escolar, outro estudo da Universidade de Illinois (EUA), afirma que crianças fisicamente aptas absorvem e retém melhor novas informações em relação à crianças sedentárias. O objetivo da pesquisa foi defender a importância da educação física escolar no desenvolvimento dos alunos. Segundo os pesquisadores, a disciplina não deve ser negligenciada pelas escolas em nenhuma hipótese. Outros estudos já analisaram o papel da atividade física na melhora do desempenho acadêmico ou cognitivo, porém nenhum havia examinado especificamente de que forma a aptidão física pode afetar a forma como as crianças aprendem.
 
Todas estas informações vêm concluir que a atividade física na adolescência, ou pré adolescência, ou “quase adulta”, apresenta-se como um mediador importante na formação de conceitos positivos sobre o corpo. Este estímulo precoce é a melhor forma de ensinar hábitos saudáveis que serão mantidos na fase adulta. Pratique esporte, seu corpo agradece.]
 
 
 
por Marcelo Campos Machado

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