Última Edição
Especial 2021
Especial 2021

Humor

Humor - ed. 98 - Junho/2013

  • Novo emprego

    O rapaz chega numa empresa e pede um emprego. O gerente pergunta:
    - Qual o cargo que o senhor quer?
    - De presidente!
    - O senhor é louco?
    - Não! Precisa ser? 

    Chorando com Motivo

    O coveiro de um cemitério está andando pelo seu local de trabalho quando se depara com a triste cena de um homem chorando copiosamente sobre um túmulo.
    — Por que você tinha que morrer? — grita ele, inconsolável. — Por quê?
    O coveiro fica muito comovido e tenta consolá-lo:
    — Essa dor vai passar, senhor... É duro perder um ente querido, mas um dia vai passar...
    — Ente querido? — exclama o sujeito, enxugando as lágrimas. — Eu nem conhecia o cara!
    — Ué! — estranha o coveiro. — Então por que tanto choro?
    — É que ele foi o primeiromarido da minha esposa!

    Colocando no lugar

    A filha entra no escritório do pai, com o marido à tiracolo, e indaga, sem rodeios:- Papai, por que você não coloca meu marido no lugar do seu sócio, que acaba de falecer? E o pai responde, de pronto:- Olhe filha, converse com o pessoal da funerária. Por mim, tudo bem...

    Meios de Transporte

    Todo mundo que chegava no céu, recebia como prêmio por sua conduta na terra, um determinado meio de transporte. Os mais honestos tinham direito a um prêmio melhor.
    Quando chegou a vez do Maurício, São Pedro lhe entregou as chaves de um Tempra estalando de novo!
    Radiante de felicidade, sentou-se no carro e foi dar uma volta. Acabou se encontrando com diversos amigos, uns de Fusquinha, outros de Escort e uns poucos dirigindo um Vectra.
    De repente viu um amigo de infância, sentado na calçada, com ar desconsolado:
    - O que é isso, meu amigo? Por que essa tristeza? Não está contente com o seu prêmio?
    - Estou sim! Ganhei uma BMW!
    - Uma BMW? E por que, então, essa cara de decepção?
    - É que eu acabo de ver minha mulher com um skate!

    O Barbeiro Desastrado

    O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira daquela velha barbearia.
    - Barba e cabelo! - ordena.
    Assim que começa a barba o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:
    - Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
    - Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de automóvel!

    © 2019 Foco Magazine. Todos os direitos resevados.