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Humor

Humor - ed. 67 - novembro/2010

  • O VELHO E O PUNK

    Um senhor de idade entra no ônibus e se senta ao lado de um punk, que tinha um cabelo comprido com mechas verdes, azuis, amarelas e vermelhas.

    Concentrado, o velhote fica olhando por alguns segundos para o jovem, que perde a paciência e esbraveja:

    - O que foi, vovô? Vai dizer que o senhor nunca fez nada de exótico quando era jovem?

    E o velho responde:

    - Sim, fiz muitas coisas… Quando jovem, o meu ápice de loucura foi fazer sexo com um papagaio!

    - Pô… Maneiro… – exclama o punk, admirado.

    E o velho complementa:

    - Por isso estou te olhando e me perguntando: será que você é meu filho?

     

    .

     

    DE ARREPIAR

    PARA QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS DO OUTRO MUNDO …
    Numa noite escura e de temporal, estava uma loira, de nome Paty, na beira de uma estrada secundária mal iluminada pedindo carona.

    Nenhum carro passava e a tempestade estava tão furiosa que a pobre Paty não conseguia ver dois palmos à frente do nariz! Subitamente, Paty viu um carro aproximar-se dela e parar. Radiante, saltou de imediato para dentro do carro e, fechando a porta, se deparou com o fato de não haver ninguém no local do motorista!!! O carro reiniciou então a marcha lentamente e Paty, olhando para a estrada, vê uma curva aproximar-se perigosamente.

    Aterrorizada e ainda não refeita do choque de se encontrar num carro fantasma, começa a rezar fervorosamente para que a sua vida seja poupada.

    Neste instante, quando a curva se encontra a apenas uns escassos metros do carro, uma misteriosa mão surge pela janela do carro e move o volante.

    Paralisada pelo terror, Paty continua a observar as constantes aparições da mão à cada curva do caminho. Até que, reunindo as escassas forças que ainda possuía, salta do carro, se ralando toda e sai em disparada, desesperada, para a cidade mais próxima.

    Cansada, encharcada e em estado de choque, entra num café onde emborca de imediato dois drinques: um Martini e Blood Mary, relatando debilmente o que havia acontecido, perante o olhar estarrecido dos outros clientes.

    Naquele instante, dois homens entraram no mesmo café, absolutamente encharcados. Imediatamente um deles avisa para o outro:

    - “Olha lá a loira retardada que entrou no nosso carro enquanto a gente estava empurrando!”

     

    AMIGOS ATÉ A MORTE

    Aquele fazendeiro tinha um lindo cavalo que um certo dia adoeceu gravemente e já não conseguia mais parar em pé. Ao ver o cavalo sofrendo tanto, resolveu chamar um veterinário.

    O veterinário examinou-o durante um longo tempo e, por fim, observou:

    — Olhe, o seu cavalo está com uma virose muito grave. Eu lhe dei uma injeção, mas não sei se o bicho vai reagir. Amanhã eu voltarei e se ele não reagir, infelizmente teremos que sacrificá-lo. E foi embora.

    O porco, vizinho de estábulo do cavalo, ao ouvir a conversa, ficou compadecido com a situação do amigo.

    — Ei, você tem de reagir — recomendava. — Não pode se entregar desse jeito. Descansa bastante hoje a noite e amanhã você estará novo em folha. O cavalo relinchou baixinho, agradecendo.

    No dia seguinte, o cavalo continuava deitado quando eles chegaram.

    — É infelizmente vamos ter de sacrificá-lo. — lamentou o veterinário.

    E o porco, quase desesperado:

    — Ei, amigo. Levanta! Vamos, força! É agora ou nunca!

    Nisso, num esforço fenomenal, o cavalo levanta-se lentamente e depois sai correndo.

    — Viva! — bradou o fazendeiro.

    — O cavalo se recuperou. Vamos fazer uma festa pra comemorar! Mata o porco.

     

    EXCESSO DE FUNDOS

    Uma mulher obesa entra esbaforida numa agência bancária e, de imediato,senta-se com todo seu peso no banco de espera. Não suportando o peso, o banco se quebra, levando a gordinha ao chão. Risada geral durante alguns minutinhos.

    Porém, um senhor idoso que a tudo assistiu, não parou de rir. A dita senhora, visivelmente aborrecida, o interpelou:

    -Por que é que o senhor não pára de rir? Não tem pena das desgraças alheias?

    - Não me leve a mal, minha senhora – respondeu-lhe o senhor ainda achando graça – é que sou banqueiro e durante toda minha vida é a primeira vez que vejo um banco quebrar por excesso de fundos!

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