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Relacionamentos

O problema que VOCÊ criou para VOCÊ

  • por Ana Flávia Soares

    Relacionamentos

     

     
    É provável que você conheça alguma pessoa que acredita que há problemas com ela mesma para se desenvolver amorosamente. Talvez, quem sabe, você possa ser uma delas. “Tem alguma coisa de errado comigo”, “parece que não sou boa para ninguém”, “todo mundo consegue ter um relacionamento menos eu”, “nada que eu começo vai para frente”, são algumas das crenças limitantes que pessoas que não acreditam mais no seu potencial para desenvolver um relacionamento criaram para si mesmas.
     
    O problema não está em suas ações, mas nos seus pensamentos sobre isto. A grande maioria daqueles que acreditam que não conseguirão se relacionar amorosamente traz traumas de relacionamentos passados ou possuem baixa autoestima (falta de apreço por si mesmo). Ao nutrir crenças limitantes do seu desenvolvimento amoroso você automaticamente o limita.
     
    Quando uma pessoa acredita que nenhuma de suas relações irá se desenvolver futuramente, ela age de acordo com a crença, não apostando na possível relação e tornando seu pensamento sua profecia autorrealizável. Como você irá investir em um novo relacionamento se não deposita expectativas de que ele irá durar? Questione-se: você irá doar o seu máximo? Conseguirá se entregar verdadeiramente? Se você não sentir-se seguro na companhia do outro irá demonstrar mais comportamentos positivos ou negativos? A resposta sempre está dentro de nós mesmos.
     
    Relacionamentos começam, duram e, feliz ou infelizmente, alguns terminam. Existem duas maneiras diferentes de olhar para os relacionamentos que chegaram ao fim: o sofrimento e a dor que ele trouxe, ou o que você aprendeu de bom enquanto esteve com a pessoa e o que poderá melhorar para as próximas relações.
     
    Traumas são resultados de expectativas mal dimensionadas quando alguém lhe faz algo que você não esperava. A velha e clichê frase “o sofrimento é opcional” não anula a dor que as decepções trazem, mas nos convida a ver situações negativas com olhos positivos. Busque ver aprendizado ao invés de sofrimento, garanta a sua evolução diante das adversidades. Não olhe para as pessoas que você já se relacionou e veja a dor que elas lhe causaram, mas o que de bom (mesmo diante dos acontecimentos negativos) você pode aprender com os fatos.
     
    Quando você determina sentenças à própria vida de que, por exemplo, “nunca irá encontrar alguém”, quando alguém chegar, você irá depositar alguma credibilidade que esta pessoa veio para ficar? Ou pior, se você não acredita que é possível, por que irá agir para que então, este novo relacionamento se torne realidade? Não há nenhum ganho em nutrir e manter crenças limitantes ao seu respeito ou sobre as suas relações amorosas.
     
    Aprenda com os relacionamentos do passado, transforme traumas em maturidade, busque a evolução e supremacia diária, não se compare com outras pessoas – lembre-se, a sua história é única, mantenha-se aberto ao novo, ame ser quem você é e melhore o que você não tem estado satisfeito consigo mesmo.  Não determine sentenças se o poder de virar o jogo está dentro de você. Cultive emoções positivas e mantenha a sua paz de espírito. Exerça o amor próprio e tenha prazer em ser quem você é. Utilize a força da prudência em suas relações ao invés do medo. Quando nos amamos verdadeiramente qualquer pessoa que chega é capaz de perceber isto.
     

    TESTE PARA VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE AUTOESTIMA E AMOR PRÓPRIO

    Responda as questões a seguir – as mesmas são desenvolvidas pela metodologia da Sociedade Brasileira de Coaching e tem por objetivo verificar o nível de autoestima e amor próprio de indivíduos.
     

    Qual foi a última vez que fiz algo por mim?
    O que foi?

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Qual foi a última vez que fiz algo por mim sem pedir ou preocupar-me com a opinião dos outros? O que foi?

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Qual foi o último desafio que enfrentei e mantive a certeza de que iria conseguir?

     

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Quais são as atividades e hobbies que eu amo fazer? O quanto eu os tenho feito?

     

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Qual foi a última vez em que me senti satisfeita com o que via no espelho?

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Qual foi a última vez que eu me sentia verdadeiramente realizada por ser quem eu sou?

    Assinale
      

    Lembrei-me
    com facilidade
     

    Demorei
    a lembrar

    Se para alguma questão você assinalou “demorei-me a lembrar”, isto demonstra que você não tem apreciado sua própria existência e tem se deixado de lado muitas vezes. Ainda que você tenha se “lembrado com facilidade”, mas, os últimos fatos aconteceram há muito tempo atrás (mais de seis meses) – também é necessário que você reveja suas ações e comece a executar ações em prol da sua felicidade. Lembre-se: ninguém, além de você, pode buscar a sua felicidade!

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    Ana Flávia Soares – Graduada em Jornalismo e Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo trabalhou como assessora de imprensa prestando serviços para Sociedade Brasileira de Coaching, Iberia, British Airwyas. Trabalhou diretamente na companhia DERSA, empresa de Desenvolvimento de Estradas do Estado de São Paulo. Especializada em Personal, Professional, Positive e Life Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching, atualmente dedica-se a profissão de Positive Coach, a qual é especialista em resolução de metas, potencialização de resultados e elevação de alta performance.

     

     

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